Por obra do destino e por acontecimentos sequenciais voltei a pensar na minha escrita, no gozo que me dava, naqueles milhares de poemas que rabiscava em cadernos quase diariamente, no meu peuqeno mundo literario e na inocencia e orgulho disto tudo. as folhas de dossier rasgadas e dorbaradas em nao sei quantas vezes, enfim... tempos diferentes. e pensei porque raio nao vo,lto a escrever, sem promessas de frequencia, sem nada apenas .... escrever ... alais nem vou publicar no meu blog, vou publicar aqui , num sitio que ninguem ve ninguem le... mas que e meu... pode ser que ganhe estaleca e mementum para voltar a escrever voltar a consederear me escritor, talvez ate volte a pegar no meu livro, ou começe um do zero, voltar a criar poemas enfim voltar a escrever, muito ou pouco bem ou mal , deixar que a caneta cuspa para o papel, sem me preocupar com likes comments shares hastags, numero de vistias nada...voltar ao basico^^
Leiria
Por inúmeras ruas (cujo nome nem me preocupo decorar) passeio alegremente. Estou no meu refugio, é aqui que se encontra a minha paz. Posso não ter viajado muito, poderia até nunca ter viajado, mas sei que este é o meu exílio, o meu santuário. Por varias vezes aqui parei e por um igual numero de vezes me apaixonei, por ninguém mas por todos. Posso não conhecer ninguém, nem sequer ser ninguém, mas sinto-me bem. Aqui sinto-me autentico, quase como estivesse envolto por uma aura, algo que me separa de mim próprio e dos meus problemas. Quase como se de repente o mundo desaparece-se deixando-me para trás num lugar maravilhoso...único...estranho mas autentico. Leiria Não nasci aqui, muito menos aqui vivi, mas sempre que cá venho renasço, sinto que pertenço a este lugar. Escrevo estas linhas sobre o olhar atento de Francisco Lobo, um poeta local, senhor de grave olhar imortalizado sobre a forma de estátua e praça (que herdou o mesmo nome). Deixo-o guiar a minha caneta (na realidade ...
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