Metro

O velho e escuro metro de Lisboa...tantas histórias aqui vividas.....umas boas outras más....umas minhas, muitas de outros. Diariamente Lisboa cruza-se entre si, debaixo de terra e por todos os lados. Desses mesmos lados veem vizinhos, amigos, colegas e patrões. De hoje, de ontem e possivelmente de amanha.

Não somos se não uma infima parte num incanssavel e imparavel magote e gente, qpara muitos (deste mesmo grupo), senão todos, a nossa presença e tudo que ela implica é ignorada quase tão fria e cruelmente como nós ignoramos a presensa de quem esta sentado ao nosso lado.

A variedade de pessoas é infindavel, desde perfeitos esteriotipos, como o tipico homem de negocios, os estudantes, a velhota ( que esta extremamente orgulhosa do seu neto), e ainda aqueles que não representam nada.

Mas embora por diferentes que sejam o Metro acolhe-os como iguais.

Desde as sombrias e húmida -talvez até perigosas para a saúde- estações da velha guarda até as luminosas -quase hospitalares - novas estações podemos observar a este desfile de cidades subterraneas.

Comentários

  1. Gostei da maneira como o desenvolveste... =D
    Se bem que acho que podias dizer muito mais! =D

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