Longe das luzes da febre urbana
Envolto por pequenas luzes
Todas elas vivas
Todas elas únicas
Na solidão do arvoredo
Respiro -talvez pela primeira vez-
Longe de toda a sujeira
Longe do fumo
Turvos ficam os meus olhos
Lágrimas felizes pelo meu rosto escorrem
Isolado por beleza bruta
Com a natureza me fundo
Deixo a minha pele para ser brisa
Deixo o meu rosto para ser luar
Deixo o meu ser para viver
Sinto-me completo
Sentindo-me vazio
Sou agora quem preciso de ser
Não quem querem que seja
Deixo as lâmpadas
Para os pirilampos acolher
Deixo as torneiras
Para da chuva beber
Sou um com a natureza
Junto-me a origem
O todo volta a acolher e a ser o um
O um volta a ser o todo
Envolto por pequenas luzes
Todas elas vivas
Todas elas únicas
Na solidão do arvoredo
Respiro -talvez pela primeira vez-
Longe de toda a sujeira
Longe do fumo
Turvos ficam os meus olhos
Lágrimas felizes pelo meu rosto escorrem
Isolado por beleza bruta
Com a natureza me fundo
Deixo a minha pele para ser brisa
Deixo o meu rosto para ser luar
Deixo o meu ser para viver
Sinto-me completo
Sentindo-me vazio
Sou agora quem preciso de ser
Não quem querem que seja
Deixo as lâmpadas
Para os pirilampos acolher
Deixo as torneiras
Para da chuva beber
Sou um com a natureza
Junto-me a origem
O todo volta a acolher e a ser o um
O um volta a ser o todo
Um poema que demonstra muita sinceridade ao descreveres os teus sentimentos que se intercalam noutras fantasias e te transformam num novo ser.
ResponderEliminarOs meus parabéns, continua!